O que faz um profissional de Psicopedagogia Clínica?
Psicopedagogia Clínica: O que faz um profissional da área?
Hoje, quando crianças e jovens enfrentam dificuldades durante o processo de aprendizagem, já compreendemos melhor o fato de que nem sempre o professor ou a família serão os únicos capazes de ajudar, pois uma série de problemas de cunho pessoal e emocional podem estar envolvidos, e é aí que entra a o profissional especialista de Psicopedagogia Clínica.
Para que você possa entender melhor o que faz um psicopedagogo clínico e qual o seu papel no cuidado da saúde de crianças e jovens, além da sua contribuição social, preparamos esse artigo para sanar suas dúvidas sobre essa profissão que pode ser incrivelmente valiosa para a vida de muitas pessoas.
O que você vai ver neste post sobre o que faz um profissional de psicopedagogia clínica:
- Do que se trata essa área?
- Como funciona o mercado de atuação do Psicopedagogo?
- Qual a sua contribuição social?
- Como e onde se especializar?
Boa leitura!
Do que se trata essa área?
Primeiramente, vamos entender o que é a Psicopedagogia Clínica em si, pois essa é uma profissão ligada ao desenvolvimento de ações que objetivam identificar e sanar dificuldades de aprendizagem.
Normalmente, o psicopedagogo atua em um consultório para encontrar essas soluções, no entanto, ainda existem duas concepções equivocadas sobre a profissão.
A primeira delas é que o psicopedagogo clínico trabalhará única e exclusivamente direcionado a buscar soluções para tais dificuldades. Na verdade, esse profissional também atuará de maneira mais próxima de seus pacientes, ajudando-os a identificar e entender melhor seus próprios estilos de aprendizagem.
E não só para pessoas que têm dificuldades, mas igualmente para crianças que apresentam altas habilidades, pois, segundo a lei, elas têm direito a programas de enriquecimento curricular, além de aceleração dos anos escolares. O papel do psicopedagogo clínico é essencial nesse caso para garantir que esses estudantes possam de fato alcançar todo seu potencial escolar e acadêmico por meio do apoio das instituições de ensino.
A segunda concepção equivocada é a de que o psicopedagogo clínico trabalha apenas com crianças e jovens. Claro, o público adulto não é aquele que constitui a maioria dos pacientes, mas os adultos também podem se submeter a intervenções com esse profissional para encontrar soluções para suas dificuldades de aprendizagem ou até mesmo para aprimorar suas capacidades e desempenho no trabalho e no âmbito acadêmico.
Até mesmo na prevenção da senilidade, o psicopedagogo tem um papel ativo, somando ações de autonomia e atividades que mantêm os pacientes ativos e funcionais em suas atividades diárias, desde as mais simples até as mais complexas. Dessa forma, pode-se dizer que pacientes idosos fazem parte do público a ser atendido por esse profissional.
Contudo, geralmente os psicopedagogos clínicos contam um público infantil muito maior, cuidando de problemas como dislexia, discalculia, disgrafia, déficit de atenção, entre outros.
Na Psicopedagogia Clínica, o que é realmente importante é garantir a saúde mental e emocional de seus pacientes, independente de qual grupo eles pertençam.
Como funciona o mercado de atuação do Psicopedagogo?
Uma das especializações mais procuradas, principalmente por educadores, a Pós-Graduação em Psicopedagogia permite ao profissional trabalhar nas áreas institucionais, fazendo atendimentos em escolas, empresas, além de hospitais e ONGs.
Como citamos antes, apesar de ser uma área normalmente associada ao cuidado infantil, nada impede que o profissional especialista possa atuar no mercado de trabalho privado, trabalhando diretamente com empresas que buscam melhorar a performance de seus funcionários, por exemplo.
Nesse caso, o profissional especialista trabalhará principalmente com avaliações comportamentais e na aplicação de atividades que fomentem o desenvolvimento individual e coletivo das equipes, podendo atuar também nos setores públicos, pois hoje existem leis que instituem a necessidade de um psicopedagogo dentro de escolas, a fim de auxiliar os alunos que apresentam alguma dificuldade de aprendizagem.
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